sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Ser pai (Por Gesiel Oliveira)

As criancinhas o chamam de “meu super-herói”, os filhos adolescentes o chamam de “quadrado”, os filhos casados o chamam de “minha referência”, a esposa o chama de “meu amor”, a lei o chama de “ascendente de 1º grau em linha reta”, a família o chama de “provedor”. Seja lá qual for o adjetivo dado, hoje é o dia dele, hoje é o Dia dos Pais. Ser pai é muito mais que uma mera relação biológica, é bem mais que isso, é um vínculo afetivo, emocional, espiritual, de alma, de coração, um vínculo eterno. O filho o observa a cada passo, a cada atitude, a cada escolha, e é exatamente por isso que eles exercem tão grande influência na formação comportamental, psicológica e afetiva de seus filhos. Ser pai não é ser poeta que ensina com letras, ser pai é ensinar com atitudes, pois aquilo que você faz fala mais alto que o que você diz. Pai é aquele que sabe distinguir as prioridades de sua vida. Sabe dar mais valor a cada pequeno detalhe, mesmo que para isso os grandes compromissos sejam postergados. Ser pai é rir sem motivação, simplesmente por estar suado em uma brincadeira sadia ao lado de seu filhinho(a). Ser pai é compreender que nossos filhos nunca envelhecem, que eles sempre serão nossas eternas criancinhas. Ser pai é estar pronto a ajudar, apoiar, amar e ser amado. Ser pai é uma dádiva, é poder ver estampada a alegria nos rostos dos filhos quando se chega em casa depois de um dia de muito trabalho. É ver na alegria e no sorriso dos deus filhos o sentido do trabalho, da vida e dedicação. Ser pai é ver os olhinhos dos seus filhos encherem de lágrimas, é sentir a lágrima quente encontrar no seu rosto dos seus filhos ao lhe abraçarem após o retorno de uma viagem. É ensinar seus filhos a andar de bicicleta, a enfrentar a vida mostrando que após cada queda vem uma nova tentativa. Ser pai é colocar um “band aid” no joelho do seu filho(a) escutando a bronca da esposa e um misto de alegria e choro do seu filho(a) pela emoção de ter tentado. Ser pai é saber ouvir e falar no momento certo, saber enxugar a lágrima dos altos e baixos sentimentais e afetivos dos seus filhos adolescentes e jovens, com uma palavra que transmita perseverança. Ser pai é sentir a emoção do casamento de seus filhos, estar presente ao longo da gestação e nascimento dos filhos dos seus filhos e voltar a sentir uma forte emoção, só que desta veze como avô. Ser pai é se sujar ao correr debaixo da chuva ao lado dos seus filhinhos mesmo sem se preocupar com o resfriado depois. É ser o esteio da casa, é ter a firmeza e sensibilidade no momento certo, é ser o provedor e a esperança, é ser o “super-homem” por fora e ao mesmo tempo ter um coração sensível, cheio de compaixão e amor. Ser pai é compreender que os bons momentos da vida não são aqueles que enchem os nossos bolsos, mas sim aqueles que enchem nossos corações de alegria, com coisas simples, mas indeléveis ao lado dos nossos filhos. E ao final de tudo, depois que formos embora, só restarão o que plantamos nos corações de nossos filhos: as sementes da esperança, do amor e dedicação. Somente as boas lembranças é que permanecem, e elas são como o vento que nos toca mas não podemos vê-lo, e nem por isso deixamos de sentir a sua força. Feliz dia dos pais, a todos aqueles que estão ao nosso lado, e àqueles que mesmo não estando mais neste plano, permanecem vivos eternamente em nossos corações.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

AQUELE A QUEM DEUS ABENÇOA É RESPEITADO EM TODA A PARTE, EXCETO PELOS DE PERTO. (Por Gesiel Oliveira)

E Jesus lhes dizia: Não há profeta sem honra senão na sua pátria, entre os seus parentes, e na sua casa. E não podia fazer ali obras maravilhosas; somente curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos. (Marcos: 6:4-5 ) Diz a Palavra de Deus que Jesus chegou a sua terra natal, juntamente com o seus discípulos, num sábado e começou a ensinar na sinagoga e o povo estava admirado com a Sua sabedoria, se perguntando de onde vinham aqueles ensinamentos, quem poderia deter tamanho conhecimento e quem poderia fazer tantos milagres. De repente, essa mesma gente o reconheceu e começou a indagar se não era Ele o filho do carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, de José, de Judas, de Simão, além do fato de se encontrarem naquele lugar as suas irmãs e, por conta disso, ficaram desiludidos com Ele. Então Jesus disse: “Um profeta é respeitado em toda a parte, exceto na sua terra, entre os seus parentes e na sua própria casa”. Gostaríamos de chamar a atenção para o fato de que povo estava maravilhado com Jesus, com Sua sabedoria, com Seu conhecimento e com o Seu poder, entretanto, a partir do momento que aquelas pessoas viram que se tratava de uma pessoa que eles conheciam, parece que tudo aquilo que os estavam deixando maravilhados deixou de existir, caiu por terra e, por conta disso, ficaram decepcionados. Infelizmente é assim mesmo que acontece, temos uma enorme dificuldade de valorizar as pessoas a quem conhecemos, ou que convivem conosco, ou que estão do nosso lado e, em contrapartida, temos grande facilidade de conceder honra a quem não conhecemos, a quem não vive o dia a dia conosco ou a uma pessoa estranha. É assim tratamos com excelência e total atenção aos de fora, e os de perto tratamos com indiferença, desprezo ou menoscabo. Essa atitude foi repudida por Jesus Cristo, que sequer pode realizar grandes milagres naquele lugar por conta desse tratamento de incredulidade do seu povo. Diz as Escrituras que aquela gente deixou de vivenciar os grandes milagres que poderiam ser feitos naquele lugar, pois aquele comportamento por parte deles impediu que eles acontecessem e somente alguns poucos enfermos foram curados. A grande verdade é que aquelas pessoas eram preconceituosas e não conseguiam ver quem era Jesus, somente enxergavam o carpinteiro e sentiam-se ofendidas com o fato de as outras pessoas O seguirem, apesar de num primeiro momento terem ficado impactadas com as Suas palavras. O preconceito e a inveja falaram mais alto. Jesus poderia ter feito uma quantidade de milagres muito maior naquele lugar, mas tomou a decisão de não fazê-los em virtude da incredulidade daquelas pessoas, que não conseguiram separar o carpinteiro do enviado por Deus e, por conta disso, Jesus partiu para outro lugar à procura de pessoas que tivessem um comportamento diferente e se rendessem às evidências dos milagres que eram operados por Ele. Esta passagem tem um grande ensinamento para todos nós, que, muitas vezes, temos pessoas ao nosso lado pessoas que poderiam mudar as nossas vidas, com um conselho, uma palavra, uma admoestação ou ensinamento, mas, infelizmente, a grande maioria de nós age como aquela gente não conseguindo crer nessa possibilidade e, no final, os únicos perdedores somos nós que deixamos passar essas oportunidades, como aquele povo que deixou de presenciar muitos milagres que poderiam ter acontecido. Isso também aconteceu na vida de José entre seus irmãos, isso também aconteceu com Davi quando ele chegou no campo de batalha e seu irmão mais velho o menosprezou quando ele aceitou o desafio do Gigante Golias mandando voltar e cuidar das ovelhas de seu pai. Isso continua acontecendo em nossos dias. Mas quando Deus resolve abençoar, nada pode impedir, e só quem perde são os que se afastam por menosprezar ou invejar aquele a quem Deus abençoou.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Construa pontes, não muros! (Por Gesiel Oliveira)

É pequeno quem odeia todas as rosas porque uma a espetou. Desistir de todos os sonhos porque um deles não se realizou, é pequeno quem perde a fé em todas as orações porque em uma não foi atendida, quem desiste de todos os esforços porque um deles fracassou. É pequeno quem condena todas as amizades porque uma o traiu. Descrer de todo amor porque um deles foi infiel. Jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Escrever em redes sociais tudo o que quer sem prever as consequências. O inconsequente age de forma açodada no impulso do instinto pensando só no agora, mas o prudente age pensando no antes, no agora e no depois. Pensar antes de agir é sempre mais proveitoso que agir pra depois pensar. Cultive boas atitudes. É tão lamentável ser lembrado por nossos impulsos no ardor do momento. Construir um caráter digno é mais trabalhoso que destruí-lo na velocidade da atitude impensada. Querer mudar de igreja só porque uma pessoa falou de você, é ser pequeno. É pequeno quem esmorece diante de uma grande obra só porque alguém murmurou. É pequeno quem só admira a grama do vizinho e não trata da sua. O mesmo sol que amolece a cera é o mesmo que endurece o barro. Ou seja, use o calor das situações adversas da vida para fortalecer a sua fé e não para esmorecer diante das murmurações. É pequeno quem exige excessivamente do outro sem nada fazer. Quem exige perfeição no outro, esquecendo-se que está cheio de imperfeições. Normalmente quem mais costuma reclamar é quem menos se dispõem a ajudar. Lembre-se sempre que a gratidão é mais rara que a ingratidão, e que o reconhecimento e valorização normalmente revelam a grandeza e riqueza de alguns poucos corações iluminados e esvaziados de empáfia e murmuração emulativa. Espero que na nossa caminhada estejamos longes de assim agir. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força, uma nova oportunidade. Faça sem esperar, viva SEM MURMURAR, porque isso não resolve, não edifica, isso só constrói muros ao invés de pontes, e por fim revela um vazio de frustrações e infortúnios que contagiam quem está em nossa volta. Para todo fim, há sempre um recomeço. Para toda problema há sempre uma solução e o caminho não é a murmuração. Pr Gesiel Oliveira

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Apostila em PDF de História de Geografia do Amapá para o concurso da PM e PC do Amapá. WhatsApp (96)991300750

E-book completo de História e Geografia do Amapá. Tá saindo do forno agora. Atualizei a apostila até julho de 2017 e agora tá completa. Incluindo todo o conteúdo programático para o concurso da PM e da PC, e mais 60 questões de concursos anteriores com gabarito e comentadas. Interessados chamar pelo WhatsApp (96)991300750. Investimento: R$30

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Gesiel de Souza Oliveira











segunda-feira, 17 de julho de 2017

A loteria da morte

Não reconheço mais a cidade em que nasci. Começo minha nota de repúdio fazendo essa pergunta: Que lugar é esse? No que se tornou a nossa cidade? Não há mais como suportar um clima de total insegurança que impera em nossa cidade. Cidadãos trancados e bandidos soltos. Quem se atreve a passear pelas ruas escuras vai de encontro à morte. As drogas, marginalidade, insensibilidade, indiferença insignificância pela vida humana não ter mais sentido. Drogados andam como “zumbis” pelas ruas da cidade procurando a quem assaltar. É um jogo que quem decide quem vai viver ou morrer são os marginais. Nossa legislação é fraca, frouxa, complacente para com o bandido, herança maldita de uma mentalidade de esquerda socialista que beneficia ao extremo a bandidagem. Isso cria um clima de impunidade, o bandido tem a certeza que vai voltar às ruas logo, logo. Quem acaba ficando preso aos traumas e pavor da vingança é o cidadão de bem. Isso quando tem a feliz oportunidade de ter uma segunda chance. Não foi o que aconteceu ao publicitário Andrey Smith na noite de ontem quando voltava pra sua casa em uma bicicleta com seus amigos. Pessoa de bem, trabalhadora, publicitário, dançarino, vivia a vida no esplendor da sua juventude, filho único. Quantos sonhos, ideais, projetos de vida a serem realizados, de um jovem de 28 anos que terminaram na repugnante maldade e insensibilidade de um ser asqueroso, representante da pior escória da sociedade macapaense. Às 19:20h quando Andrey sorria e brincava enquanto pedalava com seus amigos, mal sabia ele que o bandido o vinha seguindo, e já havia dado a sua sentença de morte. Esse é um daqueles momentos em que a gente quer gritar, se revolta, vai para as redes sociais pedir socorro, mas a situação caminha de mal a pior, em um clima de total insegurança, e nada muda. Meu repúdio aqui é contra a insegurança. Meu clamor aqui é pela PAZ. Por que isso está se tornando tão corriqueiro? Vivemos em uma verdadeira guerra urbana. Os números são de guerra. Nunca se matou tanto, nunca a maldade imperou e sensação de impunidade foi tão forte. Sou pai de três filhos, um deles está entrando na adolescência. Aquela idade em que a gente acaba não conseguindo mais impedir eles de saírem, de se exporem a riscos desnecessários. E as coisas ruins só acontecem nessas horas, quando a gente menos espera. Isso me tira a paz. Como pai não consigo dimensionar a dor dessa família, por uma perda tão repentina, tão brutal e violenta. Uma história e um futuro promissor, reduzidos às mãos e à decisão de um bandido, a respeito de quem vive e de quem morrem. Às vezes tenho a impressão que nossa cidade se tornou uma terra sem lei, um bolsão de violência desregrada, um campo de batalha diário na incerteza do que irá nos acontecer amanhã. Não temos mais onde nos escondermos. Saímos de casa para trabalhar ou estudar sem a certeza de que vamos retornar com vida. Cada dia é uma vitória, cada dia é um agradecimento à Deus pela vida, pois o crime espreita em todos os lugares. É uma loteria da morte. Não estamos seguros nem mesmo dentro de nossas casas. Vivemos em um sistema de retro-alimentação viciada, incurável e irretroativo. É um ciclo incurável, incapaz de mudar esse triste, insólito e decadente quadro social. Não vou culpar o desemprego, nem dizer que isso é resultado de descaso ou mazelas sociais, porque todo ser humano sempre tem duas portas abertas em sua frente. Escolher entrar pela porta da criminalidade não é resultado de forças sociais, e sim do nosso livre arbítrio em escolher seguir esse caminho. Nem com isso afirmo que não há responsabilidade pública na malograda tentativa de escamotear a inoperância de um "marasmo" administrativo. Dizer que nossa terra não tem jeito surge até como compreensível para um povo sem força até para sonhar com a mudança. O caos está instalado. Cada cidadão que se defenda por sua própria conta, evitando lugares, horários e situações. Não adianta colocar grades em suas residências, cercas elétricas, alarmes, se o crime espreita ali na esquina. É pedir proteção de Deus e sair contando com essa proteção, a única que contamos. Minha esperança está cambaleante, mas ainda não morreu. Ainda creio que é possível vivermos em uma sociedade mais racional e menos selvagem, não nesta geração, mas investindo em conscientização em nossas crianças. O presente está praticamente perdido, resta-nos investirmos no futuro, nas nossas crianças. Estou falando de princípios que regerão toda a vida dos futuros cidadãos. A leitura da Bíblia é desestimulada nas escolas e estimulada nos presídios, se fosse o contrário, teríamos mais cidadãos e menos presidiários.












sábado, 17 de junho de 2017

Conheça um pouco da história e atuação da Assembleia de Deus no Amapá. (Por Gesiel Oliveira).

A Assembleia de Deus no Amapá foi fundada em 27 de junho de 1917, resultado da ação indicada em 26 de junho de 1916 com a chegada do Missionário Clímaco Bueno Asa em terras Amapaenses. A Assembleia de Deus foi a primeira instituição a ter um registro público no cartório de Macapá com a inscrição de número 001. Essa instuição tem mais de 1500 templos em praticamente todas as vilas, comunidades, distritos e municípios do Amapá. Hoje conta com mais 185 mil membros. Essa igreja ao longe de um século tem desempenhando não só um importante papel espiritual, mas as suas ações alcançam uma forte atuação social. A Assembleia de Deus está completando um século pregando o evangelho do Senhor Jesus Cristo e fazendo obras sociais em terra tucujus. Suas igrejas estão estabelecidas nos mais distantes lugares e interiores onde nem mesmo a União, Estado ou município conseguiram alcançar. A Assembleia de Deus tem feito um importante trabalho recuperando cidadãos egressos de penitenciárias, grupos de risco social e viciados, reintegrando-os à sociedade como cidadãos de bem. Essa igreja tem fomentado a paz, união, respeito, fraternidade e princípios cristãos, criando com isso cidadãos côncios de seus direitos e deveres. Essa igreja faz um trabalho enorme restabelecendo lares desestruturados, recuperando drogados, e delinquentes, fortalecendo os laços familiares e atuando como importante barreira contra o esfacelamento e degradação familiar decorrente das mazelas sociais amapaenses. A presença da igreja inibe e diminui os índices de violência no nosso Estado, representando um forte aliado na diminuição dos gastos públicos com saúde, violência e educação. As festividade alusivas aí centenário da Assembleia de Deus no Amapá contam com um calendário oficial de eventos que se iniciou em junho e se estenderá até o final de outubro. A abertura oficial das festividades será no dia 27 de junho às 19h no sambódromo, e contará com a presença dos quatro maiores ministérios: AD A Pioneira, onde tudo começou (Pr Oton Miranda de Alencar), CEMEADAP (Pr Lucifrancis Barbosa Tavares), AD Zona Norte (Pr Dimas Leite Rabelo), AD Avivamento (Pr Ezer Belo das Chagas), além de outros 20 ministérios da Assembleia de Deus no Amapá. A igreja terá festividades e ações sociais em todos os 16 municípios do nosso Estado. As festividades serão em favor da própria população do Amapá, não só no plano espiritual como também no plano de alcance social levando casamentos comunitários, apoio jurídico, psicológico, corte de cabelo, oficinas, treinamentos, teatro, cântico, arte, história, letras, literatura, entretenimento e um infinidade de outras atividades de diversos ramos, além claro, da mensagem do evangelho, eventos que acontecerão simultaneamente aos festejos do centenário. A população Amapaense é convidada para participar desse grande evento e conhecer a dimensão dos trabalhos sociais e espirituais da Assembleia de Deus no nosso Amapá. #VivaOcentenário
#VidaLongaAAssembleiaDeDeus
#EuFaçoParteDaGeraçãoDoCentenário
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Noite memorável na OAB marca a implantação da ALEA - Academia de Letras Evangélica Amapaense

Aconteceu no dia 15.06 às 19:00h no auditório da OAB/AP a implantação da ALEA - Academia de Letras Evangélica Amapaense e diplomação de seus 25 membros vitalícios e fundadores. A entidade tem por fim o fomento à cultura evangélica, sendo uma instituição de cunho literário, linguístico, cultural, científico, eclesiástico e filosófico que reúne uma quantidade limitada de membros vitalícios, numa tradição iniciada no século XVII com a Academia Francesa. A ALEA é constituída por 25 (vinte e cinco) membros efetivos e perpétuos, doravante denominados de "imortais" por força da perenidade de sua produção literária, científica, cultural e artística, escolhidos entre cidadãos brasileiro, amapaenses de notável saber e produção literária ou científica, que, em regra, tenham publicado obras de reconhecido saber artístico, cultural, filosófico , científico ou livros de valor literário. Apesar de levar em sua nomenclatura "LETRAS", a ALEA é uma confraria que reúne notáveis em várias área do conhecimento humano, como aliás acontece em outras academias do tipo no mundo: jornalistas, teólogos, escritores, filósofos, pastores, poetas, diplomatas, médicos, advogados, dentre outras profissões. Todos com nível superior, com teses e artigos científicos defendidos, apresentados e publicados, a maioria com várias publicações literárias. Também foi dado posse à mesa diretora da entidade, presidida pelo Reverendo Dr Oton Miranda de Alencar. A festividade está inclusa no calendário oficial do centenário da Assembleia de Deus no Amapá. Após o evento, um coquetel foi servido aos convidados. Os novos membros da ALEA são os seguintes: Oton Miranda de Alencar, Orley Miranda de Alencar, Besaliel de Oliveira Rodrigues, Ézer Belo das Chagas, Iaci Pelaes dos Reis, Juracy de Almeida Alencar, Cláudio Roberto de Melo Martins, Otinaracy Alencar da Silva, Rodrigo Lima Júnior, Benedito Brito Rodrigues, Guaracy Júnior, Horácio Maurien Ferreira de Magalhães, Sulamir Monassa de Almeida, Adivaldo Vitor Barros Júnior, Fábio Santana dos Santos, Ester Farias da Silva, Gesiel de Souza Oliveira, Simone Maria Palheta, Paulo Alberto Santos, Paulo Henrique Campelo Barbosa, Kelson Abraão Assis de Almeida, Mirlene Silva de Araújo Soares e Elizomar Pereira Alves.












terça-feira, 13 de junho de 2017

8ª AGE da COMADEZON e 17º Congresso de Obreiros

Aconteceu neste último final de semana (09 a 11.06) na Catedral da Assembleia de Deus Zona Norte de Macapá a 8ª AGE (Assembleia Geral Extraordinária) da COMADEZON (Convenção de Ministros e Igrejas da ADZN), evento que ocorreu concomitante ao 17º Congresso de Obreiros. O preletor da festa foi o Pr Jairo Silva de São Paulo, que ministrou sob muita unção do Espírito Santo nas três noites. As plenárias convencionais ocorreram no sábado (10) pela manhã e tarde na Catedral, e trouxeram um estudo aprofundado sobre o tema "No centenário sendo exemplo de boas obras e integridade na doutrina", com base em Tito 2.7. Palestraram o Pr Jairo Silva (manhã) e Pr Daniel Miranda (tarde). A UNEMADEZON (União de Esposas de Ministros da COMDEZON) também se reuniu simultaneamente à plenária da COMADEZON na sala de reuniões no subsolo da Catedral, com palestras e dinâmicas voltadas exclusivamente para as obreiras e esposas de pastores. A programação foi coordenada pela Prª Solange Tito, presidente da UNEMADEZON. A inscrição no evento deu direito a café da manhã, almoço e janta aos convencionais, que vieram de todos os Municípios do Estado do Amapá, de outros Estado e até do exterior. O evento também contou com a participação do Pr Daniel Miranda e sua esposa Prª Claudia Miranda. Ele é presidente da Assembleia de Deus Zona Norte na Europa, com sede em Toulouse na França. A programação encerrou no domingo com a  consagração de obreiros para os mais diversos cargos: diáconos(isas), presbíteros, missionários e evangelistas e pastor(as). Veja algumas fotos do evento. Veja algumas fotos do evento. 

Fotos: Pr Marcio Moura, Prª Berenice Rabelo e Pr Gesiel Oliveira.

Vídeos - melhores momentos:

Conjunto Lírio Suave:


Coral de obreiros da COMADEZON


Apresentação de três hinos


Prª Berenice Rabelo cantando: "Eu creio em ti" (dia 11)


Ministração do Pr Jairo Silva/SP (dia 11)


Consagração de obreiros (dia 11)


Fotos: melhores momentos:






























quarta-feira, 7 de junho de 2017

Assembleia de Deus no Amapá comemora o centenário

A partir desse mês a Assembleia de Deus Amapá comemora, em vasta programação que se estende até outubro, o centenário da igreja. Os pastores das quatro maiores igrejas do Amapá se uniram em torno da organização desse magnífico evento.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

A voz do centenário - Programa nº 20 - Homenagem ao Pr Nery Ferreira de Oliveira

Pr Nery Ferreira de Oliveira
O programa A Voz do Centenário de nº 20 apresentado no último domingo (28.05.17) foi realizado em homenagem ao Pr Nery Ferreira de Oliveira, que faleceu no dia 03.12.2012 e que teve um relevante papel e contribuição para a historia da igreja Assembleia de Deus no Amapá. O programa apresentado aos domingos na rádio RBN 104,9 FM das 11:00h às 12:00h, tem como principal objetivo apresentar à comunidade amapaense a história da Assembleia de Deus no Amapá, criada em 27.06.1917 e que este ano comemora seu centenário. A comissão de história e memorial, capitaneada pelo Pr Besaliel Rodrigues, é a responsável pelo produção do programa e da pauta. Este programa foi apresentado pelo Pr Gedielson Oliveira e contou com a colaboração informativa do Pr Gesiel Oliveira (vice presidente da AD Zona Norte), Pr Job Oliveira Filho (secretário de missões da AD A Pioneira), Pr Dina Oliveira (viúva do Pr Nery Ferreira), Evangelista Anderson Oliveira e irmã Milena Castro. Conheça um pouco mais da história e biografia do Pr Nery Ferreira de Oliveira clicando AQUI. Ouça abaixo o áudio da íntegra do programa


A voz do centenário - Programa nº 20 - Homenagem ao Pr Nery



Visite o site da Comissão de História de Memorial da Assembleia de Deus no AP
clique AQUI